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Esquecem, como num passe de mágica, a ajuda que tiveram em tempos “remotos” ou não tão remotos assim... Será que não estão exercitando a memória, ou é um “descuido”...? Não sei... Ouço de muitos... Acredito eu que ao falarmos ou discursarmos em público necessitamos ter “um pouquinho” de cuidado ao pronunciarmos a respeito, principalmente, de nomes de pessoas. É muito simples falar no “hoje”. E o ontem? Foi apagado? Passou, como tivéssemos utilizado uma borracha. Pode ferir. Pode ferir o passado. Pode ferir o passado não muito distante. Pode ferir aquele passado que ajudou tanto para chegarmos no “hoje”. E só teremos o “amanhã” se tivermos tido o “hoje” e o “ontem”. A experiência é muito importante em tudo. Não adianta só falarmos. Necessitamos agir. E esta ação deverá ser colocada em prova na hora das “falas”. Ferimento do sentimento em pessoas é pior que os ferimentos físicos, nestas mesmas pessoas. Para esses, em muitas ocasiões, mercúrio cromo e esparadrapo acompanhado de nebacetin podem ser a solução, mas para ferimentos de sentimentos, muitas vezes, nem o tempo pode apagar. Necessitamos, ao realizarmos uma fala, pensarmos muito bem no que dizer, pois só nominarmos o “hoje” poderemos estar incorrendo num sério risco. Em muitas ocasiões é melhor não citarmos ninguém... Em tudo corremos risco. Mas este pode ser minorado se utilizarmos nossas inteligências. Não podemos agir somente na emoção e nem sermos ajudado por outras pessoas, que muitas vezes não conhecem o nosso passado e sim somente o nosso presente. Muitos se socorrem de “copyrighter”. É um socorro muito válido para os dias de hoje, mas estes necessitam nos conhecer "in loco" para descrever nossas falas. O sentimento das pessoas não são “brinquedinhos” de papel. Se formos o que “somos” hoje é porque tivemos, logo atrás, um “ontem”. É o meu pensamento. As minhas atitudes são sempre através desta tese. Sei que muitos não concordam. Respeito. Mas é o meu pensamento...
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